segunda-feira, 26 de abril de 2010

exercicio IV


Este exercico consiste em distorçer a imagem anterior. Utilizei o programa Photoshop, a ferramenta "free tranform", e puxei ao máximo a saturação, para obter este resultado. A imagem fica completamente diferente do que vimos no exercicio I,pois seria impossivel adivinhar.

exercicio III


Neste exercico tinhamos que aplicar um zoom. A minha escolha é derivada à alusão que tenho quando olho para a imagem, parece uma pintura abstracta.

exercicio II


Esta proposta consiste em recortar um pequeno pormenor da imagem do exercico anterior, em baixa resoluçao, dai ser visivel os pixeis. Portanto optei por recortar uma parte uma pouco abstracta, por forma a criar uma maior confusao do que se trata.

exercicio I


A propósito de fotografar a Rua das Flores, chamou-me a atenção esta colagem numa porta, que nos quer passar uma mensagem. Talvez os dramas que se vêem na baixa do Porto, mendigos à porta da estação ou da Igreja e a lixeira a que assistimos nestas ruas. Contudo a arte urbana contrasta com esta rua, pois está repleta de tradições.

#4 João

Com o objéctivo de evidenciar o pixel fiz um crop da imagem #4, rodei-a 90º no sentido do relógio e usei a ferramenta "blur tool" para ligar melhor as diferentes cores.

#3 João

neste exercício, pegando na imagem #2, mexi no contraste e utilizei a ferramenta "smudge tool" para dar uma estética de electrocardiograma.

sábado, 24 de abril de 2010

Exercício #4 Ruben Correia

Agora, a ideia era aumentar e fazer zooms ao pormenor escolhido no exercício 2, até chegar ao nível do PIXEL.
No meio de outros possíveis resultados, este foi o que escolhi:

É interessante porque, além de se ter perdido o contexto da porta, ou do "olho", se consegue ver o contraste ou degradê das cores dos pixels que compõe uma fotografia de uma porta aparentemente toda da mesma cor.
Agora resta imaginar que aqui está algo divertido para brincar, como plasticina; ou algo saboroso para comer, como gomas...
Para isto usei o Programa Photoshop Elements 8.0

Ruben Correia

Exercício #3 Ruben Correia

Neste exercício era pedido que se fizesse a alteração do pormenor escolhido.
O resultado foi:

Eu usei o Programa Photoshop Elements 8.0, fui à colecção Sketch, e usei o filtro Notebook.
Aterei a agressividade do filtro e a percentagem de granulado.
A foto resultante está agora muito distante da original e imperceptível.
Já não é possível ligá-la com uma porta.

Achei muito interessante o facto de parecer que tem um anjo, algures no centro da foto...

Ruben Correia

Exercício #2 Ruben Correia

No exercício número dois, tínhamos que escolher um pormenor da primeira foto.
O meu pormenor resultou na seguinte fotografia:

Escolhi este, entre um conjunto fabuloso de pormenores que a porta me proporcionou, porque fazia lembrar um olho, e ao mesmo tempo era um pouco abstracto, apesar de conter muitas formas geométricas.

Ruben Correia

Exercício #1 Ruben Correia

Neste primeiro exercício foi-nos pedido que tirássemos fotografias na Rua das Flores.
Esta foi a que escolhi.

Uma porta antiga, infelizmente já vandalizada além de, claro está, um pouco gasta pelo tempo. Mas gostei muito do padrão.
Fotografia tirada com Telemóvel Sony Ericsson Satio de 12,1 megapixel.
Ruben Correia

terça-feira, 20 de abril de 2010

Exercício 5 (imagem 2)


Esta é a imagem que escolhi onde as letras não são perceptíveis. Fotografei um grafite, mas apenas cortei uma parte dele para que não fosse facilmente identificável. Na modificação da imagem, saturei as cores ao máximo, modifiquei-as e dei-lhe também algum contraste. As duas imagens do Exercício 5 foram fotografadas com o meu telemóvel.

Exercício 5


Para o exercício 5 foi-nos pedido que escolhêssemos duas imagens com letras ou palavras, uma delas onde isso é perceptível e a outra não. Esta é a imagem onde as palavras e letras escritas e riscadas numa porta são bem visíveis. Tenho duas versões da imagem também por nos ter sido pedido que transformássemos as imagens depois de escolhidas. Eu puxei o contraste e dei-lhe uma nitidez algo exagerada para realçar os riscos da porta e o cartaz.

segunda-feira, 19 de abril de 2010





O exercício desta aula baseou-se em tirar 2 fotografias que tivessem palavras, completas ou já desfeitas pelo tempo. Depois de seleccionadas, o proposto foi desconstruir as 2 imagens como tem sido feito nas aulas anteriores, com o propósito de chegarmos a uma imagem que fosse impossível de ser vista pelo olho humano sem a ajuda das ferramentas digitais utilizadas hoje em dia. O resultado foram estas duas imagens continuamente inspiradas no artista Mark Rothko.

Elisabete

domingo, 18 de abril de 2010

Exerc. 4

Foi nos pedido para desconstruir a imagem e depois de apilcar zoom escolher um promenor. Este foi o que eu escolhi depois de três promenores. Esta imagem foi associada pelo docente a obras de Julião Sarmento.
p.s_ afasta a imagem e fecha ligeiramente os olhos...não te da a ilusão de perfil de um clown? :)
Vera

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Exercício 4

Escolhi este pormenor pois era a parte da imagem que abrangia maior variação de cores. tentei ainda levar a imagem ao limite para que se notasse a distorção e os pixeis nela visíveis, mas deparei-me com algo que se nota no impressionismo, ou seja, quanto mais nos afastamos da imagem maior se torna a sua distorção.

As Aulas

Algumas imagens do decorrer das aulas utilizando as potencialidades dos vários meios actualmente disponíveis:
fotos por çaopestana


fotos por plalmeida

foto por João Decq

Exercício #4

Através de um recorte mínimo na imagem obtida no exercício #3, obtivemos esta miscelânea de tons azuis com algum branco. Uma mancha sobre outra que mais uma vez me transporta para sentimentos bastante diferentes, que apesar da imagem ter sido levada ao limite da visualização e da "distorção pixelar" do digital, me faz lembrar o céu em dias de tempestade.

Esta imagem foi feita a partir do recorte de uma fotografia. O propósito seria mesmo levá-la ao extremo, tornando assim os seus pixeis visíveis. Com este exercício podemos chegar ao limite da imagem digital e levá-la até ao abstracto. Esta imagem final foi inspirada na obra do artista Mark Rothko.

Elisabete

Exercício 2


Este exercício consistia em escolher um pormenor da imagem captada originalmente.
Essa imagem foi captada através de uma máquina digital compacta de 10 mega pixeis.
Escolhi este pormenor porque me chamou a atenção o contraste de cor, bem como a textura.

NOTA: incluo aqui a imagem original pois o exercício I encontra-se numa outra página. Deste modo torna-se mais fácil identificar qual a minha escolha inicial.

Rita Brandão

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Exercicio #00 - Bill Viola - The Quintet of the Astonished (2000)

 The Quintet of the Astonished
A imagem em câmara lenta que mostra o desenrolar das expressões faciais de cinco pessoas, capta-nos a atenção individualmente ou seja, temos que acompanhar a cada momento apenas um dos actores, senão sentimo-nos perdidos, tendo que observar o vídeo várias vezes. Também gostei da total ausência de som e da imagem muito fotográfica, o que não é comum em vídeo arte.

sábado, 3 de abril de 2010

Exercício TRÊS

Ou simplesmente, o objecto final será puramente abstracto e valerá por si mesmo. Contudo, será a força das cores, linhas... composição... que irá delinear o que é que a obra poderá simbolizar e representar para cada um de nós.
O acordar em África, um sonho, uma cultura...
> José Santos - nº 5334

Exercício DOIS

O caminho da abstracção passa pela racionalização das formas, isto é, até deixarmos de perceber o objecto final das suas origens e de o sentirmos como algo que tenha de ser compreendido/definido.

> José Santos - nº 5334

Exercício UM

Optei por fotografar uma loja cuja a finalidade da mesma reside no comércio de plantas e artigos semelhantes. A Rua das Flores, sendo tão rica culturalmente, é desta forma reforçada a ideia do que ela representa e quase que como um pleonasmo: uma loja de flores na Rua das Flores.

> José Santos - nº 5334

Exercício ZERO

A obra que escolhi pertence ao artista Bill Viola, "The Messenger", e escolhia-a pela forma de como o artista explora as noções de tempo e de emoções humanas, isto é, lentamente é-nos revelada a acção que se encontra presente na obra sendo que, desta forma, somos continuamente absorvidos por aquilo que vemos. Uma visão de certa forma tão simples, mas tão idílico.

> José Santos - nº 5334

Anexo:
http://www.youtube.com/watch?v=WHoE01WKDhM&feature=related